Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 18/08/2019

O cigarro é um produto milenar, povos astecas e maias usavam-no mais rusticamente. Após meados do século XX o seu consumo tomou proporções mundiais impulsionados pelas propagandas, principalmente, associadas `a artistas Hollywood que tinha grande apelo emocional nas pessoas. Contudo, opondo-se a isso, atualmente, há a necessidade de combater  os malefícios financeiros e salutares do tabagismo .

Em primeiro plano, percebe-se as consequências do fumo na vida das pessoas. Uma vez que, o cigarro apresenta diversas substâncias cancerígenas, os danos a saúde são irreparáveis, diversas são as comorbidades (câncer, depressão, doenças coronarianas)   que podem ser desenvolvidas a partir desse mal hábito. Além disso, a desestruturação emocional da família que ajuda nos cuidados do enfermo e a inalação  da fumaça que é toxica comprometendo também a sua higidez. Para ilustrar tal fato, o Instituto Nacional do Câncer estima que 12,6% das mortes no Brasil estão associadas ao tabagismo.

Outrossim, há a questão econômica. Primeiro observa-se os deficit de arrecadação de impostos com o contrabando de cigarro e a falta e controle de qualidade desse produto. Posteriormente, tem-se os gastos públicos relacionados ao tratamento dessas doenças, de acordo com o Ministério da Saúde, o tabaco causa prejuízo de aproximadamente 5,7 bilhões com despesas médicas no Brasil.

Urge, portanto, a necessidade de mudar os costumes dos brasileiros. Logo, cabe ao Governo Federal, aumentar os impostos especificamente das empresas produtoras de cigarro para elevar o custo do produto para o consumidor, com o objetivo de dificultar o acesso `a esse produto, visando uma redução do consumo. Somado a isso, o Ministério da Saúde deve investir em propaganda enfatizando a gravidade da doença, bem como a ampliação da restrição do uso de cigarro em local público.