Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 18/08/2019
A partir da colonização do Brasil, o homem branco teve contato com o tabaco, erva muito utilizada pelos índios em cerimônias religiosas ou confraternizações, pois esta provoca sensação de prazer e euforia. Diante disso, ao longo de muitas décadas, empresas investiram massivamente em propagandas, porém, com o aumento de pesquisas quanto ao seu uso, especialmente o Brasil, leis e campanhas foram criadas com o intuito de conscientizar a população sobre os malefícios, não só para a saúde do indivíduo como para a sociedade. Dessa forma, é preciso lutar pela prevenção das pessoas quanto ao uso do entorpecente, para que a sociedade aprenda ter hábitos mais saudáveis.
Em primeiro lugar, cabe ressaltar que nessa onda de industrialização, a propaganda teve um grande papel, principalmente o cinema, que foi financiado pela empresa do tabaco, assim, durante o século XX, as indústrias queriam que seu produto fosse associado a sensação, a momentos positivos dentro dos filmes e a personagem clássicos. Logo, fumar tornou-se algo normal, sem importância, mas ele precisa, com certeza, ser combatido, pois os problemas ocasionados são enormes, entre eles os diversos problemas respiratórios, o aumento na probabilidade de desenvolver câncer, como de boca, estômago, pulmão, cabeça e intestino. Além dessas complicações, segundo o Ministério da Saúde, o tabaco pode matar mais de um bilhão de pessoas no século XXI, isso mostra claramente que é um problema de saúde pública e deve ser prevenido o mais rápido possível.
Outro ponto a ser destacado, não menos importante, segundo a OMS, o prejuízo causado pelo cigarro é em média 56 milhões de dólares, pois a pessoa que fuma tem uma perda de anos produtivos em média de 6 a 7 anos, consequentemente, isso causa um impacto mundial muito grande. Além dos gastos com problemas de saúde advindos do fumo, com internações, medicamentos e tratamento do paciente. Então, fica visível que a prevenção, como evitar que um indivíduo fume o primeiro cigarro, é mais eficiente, porque é muito mais difícil tratar do que prevenir. Dessa maneira, se os órgãos competentes empenharem, o país terá economizado em vidas e nos impactos econômicos.
Nesse contexto, é notável os malefícios do uso do cigarro, que durante muitos anos foi visto como status e hoje como o vilão de muitas doenças, não só para o indivíduo como também para o país.
é necessário, portanto, que o Ministério da Saúde, deve fazer campanhas de conscientização com a comunidade, através de palestras nas escolas, com a participação dos pais, com a exposição e a análise do filme O Informante, com o fito de esclarecer sobre os malefícios do uso do tabaco, assim, desenvolvendo uma sociedade consciente. Ademais, é preciso haver maior fiscalização na venda desse produto, com o objetivo de atenuar a compra abusiva dessa mercadoria.