Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 19/08/2019
O consumo excessivo do tabaco no século XXI nada mais do que o reflexo de uma sociedade guiada pelo estresse. Desse modo, é incontrolável a busca por substâncias que fornecem a sensação de bem-estar, como é o caso da nicotina, principal componente do tabaco e responsável por gerar dependência química e psicológica devido a liberação de adrenalina. Segundo a terceira lei de Newton toda ação gera uma reação da mesma força e intensidade e, infelizmente, a reação do uso desses produtos pode causar a vida. Dentre esses fatores, destacam-se : problemas respiratórios, câncer de pulmão e até modificação na fisionomia.
Sabe-se que o Brasil, estima-se que cerca de 290 mil mortes por ano são decorrentes do tabagismo, 80% a 90% dos casos de cancro do pulmão e 20% da mortalidade por doença coronária são os casos decorrentes dos óbitos, aponta o site BBC News. As doenças ocasionadas pelo consumo de tabaco o matam 4,9 milhões de pessoas por ano, o que significa cerca de 10 mil mortes por dia, segundo o site El país. Diante disso, limitar a comercialização é uma boa opção a se combater.
Além disso, segundo dados do BBC News, em 2008, o Brasil tinha 24,6 milhões de fumantes habituais com idade a partir de 15 anos. Além desses fatores os fumantes adoecem com uma frequência três vezes maiores que os não fumantes, tem menor resistência física, menor fôlego e pior desempenho nos esportes e menor, e pior desempenho nos esportes. Desse modo, envelhecem rápido, ficam com dentes amarelos, pele enrugada e com odor do fumo em roupas.
Dessa forma, limitar a comercialização e diminuindo a dívida pública provocando pelos males da tabagismo, o ministério da saúde deve realizar uma campanha nacional, repassar em programas de televisão, em sites de entretenimento, informando a população sobre os riscos e gastos provocados pela droga. Com efeito, atingir o bem viver, assim melhorar a qualidade de vida de toda a população.