Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 19/08/2019
Fumar ou não fumar, és a questão
Segundo o filósofo grego Heráclito, apenas a mudança é permanente. Partindo desse pensamento nota-se que o uso do tabaco na década de 20 era visto como glamouroso em meio a sociedade, em sentido de riqueza e poder. O problema é que na época ninguém conhecia sobre os malefícios que o fumo causava a saúde. Porém, ainda que com a descoberta, o tabagismo em pleno século XXI continua sendo uma prática constante e motivando variados problemas.
Primeiramente, mesmo com o encerramento de anúncios, o consumo do tabaco ainda é muito utilizado. Com isso, o público alvo são em sua maioria jovens, que a cada dia possuem uma forma nova de obter o costume de tragar a nicotina. Exemplo desse modernismo é visto no uso de narguilés ou no de cigarros elétricos, que por pesquisas, vista pelo Ministério da Saúde, tendem a fazer mais mal do que o justo cigarro. Dessa forma, 1 a cada 10 brasileiros vem se tornando fumante, na faixa etária de 18 a 28 anos, visto na folha de São Paulo, ainda esse ano.
Perante a esse cenário, vale ressaltar que não é apenas o fumante que acaba tendo problemas de saúde, mas também quem esta a sua volta, frequentemente, sofre com doenças cardiovasculares, cânceres, no pulmão e derivados, AVC e até mesmo pneumonia, segundo o site do governo. Consequentemente, o elevado número de pacientes em hospitais tem como sua maior parte por conta do tabagismo, dados da própria Organização Mundial da Saúde (OMS).
Contudo, medidas públicas são necessárias para alterar essas ações. É fundamental, portanto, a intervenção do Estado junto com o Ministério da Saúde, para a construção de clínicas de apoio, que contenham palestras de ex usuários e medicamentos associados. Assim, espera-se reduzir o número da tal prática e o aumento da perspectiva de vida em toda sociedade.