Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 18/08/2019

Na Era Colonial, o tabaco era utilizado por indígenas para rituais e fins medicinais, mas também para o fumo. Em 1903, Albino Cruz, um imigrante português pôs em funcionamento uma máquina de produzir tabacos enrolados em papel. Então, ao longo dos últimos anos, o tabagismo aumentou significativamente no Brasil, causando muitos problemas na sociedade e no meio ambiente.

Primeiramente, um dos problemas relacionados ao tabagismo seria os altos custos na área da saúde para tratar os usuários. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o país gasta anualmente cerca de 21 bilhões de reais com problemas de saúde relacionados ao fumo. Ademais, em 2015, o Brasil teve um saldo negativo de 44 bilhões de reais com a venda de cigarros. Diante disso, é perceptível que a grande venda de cigarros sem fiscalizações resultam em um elevado número de pessoas doentes e enormes problemas na economia.

Em segundo lugar, outro problema referente ao tabagismo são os danos causados ao meio ambiente. De acordo com um estudo publicado pela Revista Gestão e Saúde, o cigarro emite quantidades de partículas poluidoras conforme o modo como se fuma e a marca desse cigarro, mas, emitem elevadas taxas de compostos químicos que poluem o ar independente disso. Sob essa perspectiva, é notório não importa a marca do cigarro ou o  modo como um indivíduo fuma, a emissão de partículas que poluem o ar são altíssimas.

Diante do exposto, portanto, é mister adotar medidas para combater os altíssimos problemas refentes ao tabagismo. Os Governos Federal, Estadual e Municipal devem criar campanhas e expor nos meios de comunicação com o objetivo de informar quais são os efeitos maléficos do fumo para a saúde e o ambiente que os fumantes residem. Somente assim, o tabagismo pode diminuir no país. E, assim vivermos em um país mais consciente e com o ambiente menos poluído.