Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 17/08/2019
O exemplo do Brasil para o mundo
O modelo de prevenção das doenças presente na atenção básica brasileira afetou para que a nação organizasse quase uma guerra ao tabaco. Durante os últimos anos foram aprovadas leis que contribuíram para a diminuição no números de fumantes na terra da antiga colônia lusitana, porém muitos lugares em outros continentes ainda não conseguiram o mesmo feito,e por conseguinte acabam por exaurir grandes fortunas no cuidado dos males causados pelo tabaco.
Em conformidade com os dados do Ministério da saúde, menos de dez por cento da população brasileira é fumante, desse valor a maioria tem mais de sessenta anos de idade. De acordo com a mesma fonte esse fato é devido á proibição de propagandas há mais de duas décadas e de campanhas conscientizadoras da população, além de altas taxas de impostos nesse produto.
Enquanto o solo sul-americano dá um exemplo a ser seguido, a Europa tem se mostrado ineficiente em relação a esse assunto. De acordo com a Organização das Nações Unidas mais de quarenta por cento do povo do velho mundo tem o hábito de fumar, circunstância que leva á doenças preveníveis como as coronarianas.
Em síntese o Brasil demonstrou que com políticas públicas eficazes é possível atingir o mais baixo nível de habitantes tabagistas, para isso é preciso que a ONU incentive os líderes mundiais a fazerem campanha anti-tabaco e que estabeleça um acordo para diminuir desse vício nos próximos 25 anos, podendo usar os métodos brasileiros como exemplo, assim esses países podem oferecer a prevenção para seus cidadãos, colaborando desse modo para uma qualidade de vida melhor para os moradores do planeta, e por conseguinte a redução de mortes pelas agressões causadas pelo fumo.