Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 17/08/2019
Desde o século XV, o tabaco chegou ao Brasil por meio de migrações indígenas, começou a ser cultivado em 1530 pela a família real. Observa-se, atualmente, que o tabagismo é considerado um sério problema de saúde publica, causando até a morte. Deve-se analisar a negligência dos usuários com as doenças e as consequências de dependências da substância.
É primordial ressaltar que a falta de cuidado dos usuários do tabaco pode prejudica-los, de inúmeras formas. Contudo, o cigarro é muito prejudicial a saúde, nele, possui uma substância chamada nicotina que leva o sujeito sentir o prazer e exerce a sua atividade viciante. Segundo a OMS, hoje, no Brasil, 10% das mulheres e 18% dos homens fumam, que da o total de 22 milhões de pessoas são fumantes, dos quais 17,9 milhões são viciados. O cigarro prejudica o organismo, deixando a pessoa com muita falta de ar, tosse, pode causar até infarto, derrame ou até mesmo a morte.
Deve-se abordar, ainda que o tabagismo causa a dependência. Isso acontece porque o organismo não consegue ficar sem a nicotina e faz com quê o indivíduo sinta vontade de fumar de maneira frequente. Pesquisas foram feitas são feitas e comprovam que o sujeito que é dependente após acordar demora 5 minutos para seu primeiro cigarro do dia, quem fuma mais de 30 cigarros por dia é considerado dependente. É notável que a falta de cigarro traz muitos problemas pro dependente, como o nervosismo, depressão, dificuldade de concentração.
Torna-se evidente, portanto, que a negligência dos usuários com as doenças e a consequência de dependência da substância são responsáveis pelo sério problema na saúde publica, em relação ao tabagismo. Em detrimento dessa questão, é notável que o ministério da saúde aliado ao governo, disponibilize profissionais de qualidade para ajudar o individuo a recupera-se das doenças e fazer campanhas de conscientização dando enfase nos malefícios causados, para quê o número de doentes e dependentes diminua cada vez mais.