Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 16/08/2019
Durante o século XX, várias propagandas e filmes foram responsáveis por mostrarem a sociedade que o consumo do tabaco era sinônimo de luxo e “glamour”. Entretanto, na atualidade, em decorrência da nicotina ser um composto tóxico e as falhas das campanhas do Ministério da Saúde, o tabagismo tem virado um problema de saúde pública, cabendo, portanto, analisar os principais problemas e consequências.
Em primeiro plano, a esse respeito, segundo o físico, Isaac Newton, “toda ação gera uma reação”. Logo, ao analisar o consumo do tabaco na contemporaneidade, percebe-se que de início o uso do cigarro propicia ao usuário um prazer ilusório. Entretanto, ao passar dos anos, a nicotina vai se instalando em todo o corpo do dependente e, consequentemente, por se tratar de ser uma substância tóxica, favorece o surgimento de doenças como o câncer e pneumonia e, muitas das vezes, a possibilidade de o paciente vir a óbito.
Além disso, o sociólogo, Zygmunt Bauman, afirma que algumas instituições, na era pós-moderna, configuram-se como “zumbis”. Dentro dessa lógica, tais instituições perderam suas respectivas funções sociais, todavia, tentam manter-se a qualquer custo. De maneira análoga, é possível observar que o Ministério da Saúde acaba por falhar perante as ações e políticas públicas, no que tange o combate ao tabagismo, pois devido as falhas de campanhas voltados para acabar com o consumo da nicotina, gastos com saúde para tratar doenças oriundas do cigarro se tornam cada vez maiores.
Urge, portanto, que o Estado tome as devidas providências para solucionar tais problemas. Logo, cabe a mídia - grande difusora de informação, veicular por meio de propagandas impactantes, conteúdos que mostrem ao cidadão os efeitos do consumo do cigarro, a fim de diminuir o tabagismo. Além do mais, é dever do Ministério da Saúde por meio do SUS (Sistema Único de Saúde), oferecer ao consumidor, remédios e tratamentos para diminuir o vício, com propósito de reverter tal situação.