Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 15/08/2019

O hábito de fumar era considerado como uma prática glamourosa com associação ao poder e a sedução, graças à indústria cinematográfica. Porém, deixou de ser uma questão social e constituiu-se um problema de saúde pública, onde seu consumo desenfreado e contínuo se tornou o principal fator de risco, principalmente, para doenças pulmonares. Ademais, é alarmante que a iniciação à prática cada vez mais jovem, fomentando problemas e consequências do tabagismo no século XXI.

É evidente portanto, que houve uma contenção no crescimento do tabagismo ao longo das décadas. Inúmeros estudos e comprovações chegaram à conclusão que essa prática eleva à morbidade, sobretudo por câncer de pulmão e doenças cardiovasculares. Sendo assim, a saúde dos fumantes passivos e daqueles que se consideram como fumantes ocasionais, não dependentes e que fumam ocasionalmente, é comprometida muitas vezes por doenças evitáveis.

Destarte, a nicotina age no sistema nervoso central aumentando o estado de atenção e a sensação de bem estar e provocando assim, dependência após 7 a 14 dias de uso contínuo. Mesmo com tantas informações disponíveis, o número crescente de adeptos entre adolescente é reflexo de novas alternativas, que aparentam menos nocivas como o narguilé e o cigarro eletrônico. Desse modo, deve-se voltar a atenção ao programas de prevenção e conscientização quanto uso do cigarro e suas consequências.

Por conseguinte, como apresentado pelo físico Newton, em sua terceira lei da Dinâmica, toda ação tem uma reação. Logo, o prazer momentâneo do tabaco é capcioso, pois o estresse e sofrimento físico são maiores. Dentro dessa perspectiva, a Organização Mundial da Saúde propôs um tratado sobre o controle do comércio do cigarro e impondo limites às propagandas. Necessitando de um trabalho articulado entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação, que devem aumentar a divulgação das doenças devido o consumo e a assistência àqueles que saíram do vício, estimulando através de palestra a importância do abandono dessa prática.