Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 15/08/2019

Desde o início do perilo colonial, o tabaco tinha caráter sagrado e era utilizado  em rituais ou para fins medicinais em tribos indígenas, seu uso se dava de diferentes formas : comiam, bebiam e mascavam, mas a principal delas era o fumo. Com as Cruzadas, o tabaco se espalhou pelo mundo como uma erva medicinal,  os europeus utilizavam para o tratamento da enxaqueca. Atualmente, entretanto, o tabaco se tornou uns dos principais ingredientes para a produção de cigarro, pequeno cilindro de folhas de tabaco de cortes finos enrolados em numa montanha, a principal substância química presente no cigarro é a nicotina que extremamente viciante, consequentemente traz risco para a saúde do indivíduo, mas por outro lado,  aumenta a economia do país

A priori, como pronunciou o filósofo Nicolau Maquiavel, ’’ Os fins justificam os meios ’’ , exemplificam a situação atual do país, do mesmo modo em que aumenta o número de usuários do tabaco e consequentemente o número de vitimas com doenças respiratórias, simultaneamente o cigarro  é o produto de consumo mais vendido no mundo, e trás um retorno econômico muito promissor para os que o comercializam. Com isso, a economia do país cresce de modo vertiginoso, por ser um produto de fácil acesso, justamente por não ter uma fiscalização rigorosa, a venda de cigarro pode ser feita em qualquer estabelecimento e para qualquer pessoa, logo contribuindo para o crescimento do tabagismo.

Concomitantemente, aumenta o número de pessoas com doenças atribuída ao uso de cigarro, câncer, bronquite, infarto, alterações da memória  entre outros. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), 428 pessoas morrem por dia no Brasil por causa do tabagismo. Outrossim, outra parte da população também sofrem consequências doo cigarro , os  ‘‘fumantes passivos’’, e estão suscetíveis a diversas doenças respiratórias e cardiovasculares. Segundo o Ministério da Saúde (OMS), a fumaça do cigarro exposta no ambiente depois de tragada é um cancerígeno do tipo A, o mais perigoso, isso traz sérios riscos à saúde das pessoas que não são fumantes, mas convivem com um.

Portanto, é notório que o uso do tabaco traz problemas para o indivíduo e suas relações em sociedade. Logo, a OMS deve reformular suas diretrizes de fiscalização, por meio de verbas governamentais, que investirão em uma fiscalização mais rigorosa em pontos de vendas de cigarro, a fim de proibir a venda para menores de idade e alertar os adultos sobre as consequências do uso do tabaco.  Ademais, as secretarias municipais de saúde devem investir em clinicas de reabilitação, com ao auxílio do Estado, acessíveis em  postos de saúde, com o intuito de ajudar o indivíduo que queira largar o vício do tabaco. Por outro lado, a sociedade deve participar, cobra e fiscalizar para assim tentar diminuir o tabagismo.