Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 15/08/2019
É insofismável que o tabagismo traz sérios problemas para as pessoas. Apesar da redução da prática em países desenvolvidos e também no Brasil, o cigarro ainda é um grande mal no século XXI, além de ser responsável, por ser fator de risco para o desencadeamento de doenças graves, o tabaco também faz grandes estragos ao meio ambiente.Então, é possível identificar que medidas são necessárias para resolver o impasse.
De acordo com Jean Paul Sartre, o homem é condenado a ser livre.Nessa lógica, o homem tem direito de escolher se vai ou não fumar, na própria embalagem do cigarro vem trazendo informações como o desenvolvimento de tumores malignos causados por certas substâncias que o cigarro contém. Somado a isso, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde),1,3 bilhão de fumantes no mundo, 650 milhões vão morrer prematuramente por causa do cigarro, o que paradoxalmente significa que apesar do produto ser legal, pode causar a morte da metade de seus usuários regulares. Ademais, ainda existem os fumantes passivos, que apesar de sua liberdade, como Sartre afirma, inalam a fumaça sem vontade própria e tem suas saúde prejudicadas por conta disso.
Por outro lado, o impacto causado ao meio ambiente é de extremo grau de periculosidade. O cigarro contém substâncias como nicotina, arsênico e metais pesados em que ao entrar em contato com o solo, pode haver a perda de produtividade, vale ressaltar que não há o envenenamento somente nos solos,mas também na atmosfera, mares e os rios. Dessa forma, as ações antrópicas cooperam mais uma vez para degradação ambiental, o tabaco gera efeitos nocivos desde o cultivo da folha de tabaco, que requer o uso de agroquímicos, reguladores de crescimento e novas substâncias e contribui para o desflorestamento. O plantio, a produção e distribuição também requerem o uso extensivo de água e energia. Outra forma de contaminação são as emissões de fumo, que representam toneladas de gases cancerígenos, tóxicos e de efeito estufa.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater o uso de cigarro. Com intuito de limitar a comercialização do tabaco, faz-se necessário que o Poder Legislativo crie leis que burocratizem a venda do cigarro, instituindo que apenas lugares especializados possam comercializar o produto. Cabe também a mídia, criar campanhas nas redes sociais que mostrem todos os males causados, de forma que conscientizem a população sobre os perigos que acompanham o prazer que o tabaco proporciona, além dos danos que podem ser irreversíveis. Com efeito, se houver a diminuição significativa, as pessoas vão ter uma melhor qualidade de vida e o meio ambiente não vai ser afetado por mais uma ação antrópica.