Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 16/08/2019

Durante a primeira Guerra Mundial, soldados ganhavam carteiras de cigarro nas trincheiras de guerra; fora os efeitos que decorre das substâncias utilizadas em sua produção, na época o ato de fumar cigarro era símbolo de elegância e ascensão social. No obstante, tal prática transcende, constituindo um cenário socioambiental fragilizado pelo uso excessivo do cigarro, em consequência direta da negligência acadêmica estatal e cidadania frequentemente frágil.

Convém ressaltar, a princípio, que a morosidade operacional jurídica junto a falta de fiscalização efetiva são fatores que sustenta o problema, uma vez que a atuação da Lei Antifumo que entrou em vigor no Brasil no ano de 2011, não é seguida na íntegra. Em síntese, diversos são os usuários de cigarros que infringem a lei ao fumar em ambientes fechados, sem nenhuma punição efetiva. Assim, cenários de nefastas políticas públicas são recorrentes na conjuntura e afeta diretamente toda a sociedade civil.

Concomitante a essa dimensão legal, a mundialização no uso do cigarro foi efetuada a partir da passagem dos hábitos e costumes de geração em geração, sem atenuar os malefícios. Para Sócrates,”os erros são consequências da ignorância humana”. Dessa forma, exemplifica-se que através da banalidade sobre seu uso e suas consequências, a problemática se sustenta até os dias atuais. Assim, a falta de conhecimento resulta no comprometimento da saúde do usuário, afetando o seu núcleo familiar e causando danos ao meio ambiente.

Em suma, faz-se imprescindível a tomada de medidas atenuantes ao entrave abordado. Posto isso, concerne ao Governo Federal, mediante aperfeiçoamento legal no setor de vigilância sanitária, por meio de uma fiscalização efetiva em locais de domínio público, a fim de minimizar os atos de fumar em locais aglomerados e de acesso a todos, de modo que a punição transmita o conhecimento dos malefícios do tabagismo, ao usuário. Dessa maneira, o Brasil  poderá garantir acessibilidade aos seus cidadãos. rompendo com praticas retrógradas.