Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 14/08/2019
Com a revolução industrial e o avanço dos meios de produção o ritmo da vida cotidiana acelerou, gerando uma necessidade de fuga dessa realidade tão fugaz. Assim, as indústrias de fumo logo se popularizaram e consigo trouxeram um produto que logo se tornou sinônimo de elegância. Hoje, com a velocidade da informação, sabemos que a prática de fumar é danosa para o indivíduo e para o meio em que se vive, porém milhões de pessoas insistem nesse ato, seja por motivos sociopsicológicos ou culturais.
A priori, diversas culturas fazem o uso de substâncias, provenientes da inalação de fumaça gerada pela combustão de algumas folhas, em suas práticas ritualísticas. Contudo, a manutenção desse hábito constante abre as portas para o vicio, que uma vez instalado, prejudica a saúde da população. Destarte, é necessária a administração desses costumes por líderes comunitários ou agentes de saúde visando aumentar a qualidade de vida.
Além disso, Aristóteles, filósofo grego, afirmava que “o homem é um animal social”, isso ratifica que a necessidade de inclusão e aceitação por um grupo é essencial para a vida humana. Porém, nem todas as interações com outros indivíduos é benéfica, sendo assim a glamourização do tabagismo implica na perpetuação de doenças sendo responsável pela morte de uma em quatro pessoas que sofrem cardiopatias, além de várias formas de câncer que matam cerca de 14 vezes mais homens.
Portanto, urge ao governo fazer uso do poder legislativo para criação de leis que aumentem os impostos para as indústrias de cigarro e para os consumidores finais, objetivando o desuso de tal mal. Também a massificação das trágicas consequências do tabagismo para a nação, assim como campanhas que incentivem ao abandono desse mal hábito. Tais medidas visam combater o impasse de forma cívica e democrática para que isso se torne apenas mazelas do passado na sociedade desenvolvida.