Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 19/08/2019
Houve uma época em que fumar era sinônimo de status e as propagandas de cigarros remetiam a sensações de liberdade e autoconfiança. No entanto, com o passar do tempo ele foi se mostrando um vício maléfico, constatando-se uma situação preocupante, o que se deve as graves consequências sofridas pelos usuários e o escasso debate sobre o assunto.
Nesse contexto, conforme o IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ) fora a mortalidade, o tabaco deixa mais de 781 mil brasileiros doentes todos os anos. Tal realidade expressa a problemática situação gerada pela dependência da nicotina e como as propagandas de anos atrás refletem nos dias atuais, manifestada na geração que hoje são pais e influenciam seus filhos. Assim, como é demonstrado nas obras naturalistas, o ser humano é fruto do meio em que vive.
Além disso, como toda ação tem uma reação, o escasso debate sobre a temática faz com que o assunto seja tratado com descaso entre os jovens, o que pode fazer com que no futuro aumente o número de pessoas consumindo derivados do tabaco no Brasil. Nisso, a cultura hedonística, que valoriza a busca inconsequente por prazeres imediatos, colabora para os adolescentes cederem aos que lhe oferecem bem-estar momentâneo.
Portanto, medidas são necessárias para combater o impasse, como o Ministério da Saúde e Educação promover a discussão sobre o tabagismo nas escolas tanto no ensino fundamental como no médio, nas aulas de biologia para que os alunos possam refletir mais a respeito das consequências maléficas que o uso provoca. Bem como, o governo municipal agir na fiscalização da venda de produtos que contém nicotina, como o cigarro, para que não sejam vendidos com tanta facilidade como acontece atualmente.