Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 12/08/2019
Nos primórdios astecas o fumo já era praticado a cerca de 6000 a.c, com ervas e plantas enroladas sobre folhas e barbantes. Se espalhando pelo mundo inteiro e atingindo um grande marco na economia mundial no século XVIII.
Na década de 90 o tabaco era considerado um acessório elegante, como exemplificador o seriado Chaves que, narra a vida de uma vila no México e um de seus personagens (Professor Girafales) que era considerado um homem culto e sedutor para sua amada Dona Florinda e sempre carregava consigo um charuto e flores.
Conforme diz a terceira lei de Newton " Toda ação tem uma reação", seguindo esse conceito pode-se levar em conta que o fumante sofre as consequências ao inalar substancias toxicas tais como: nicotina, monóxido de carbono, e alcatrão.
Posteriormente, essas substancias geram dependência física e psicológicas ao usuário assim como, afeta o sistema imunológico e outros órgãos do corpo humano dando indícios prematuros de doenças cancerígenas, tumorígenas e respiratórias.
Segundo dados da revista VEJA, cerca de 40% da população que consome diariamente o tabaco faz o uso pelo estresse do cotidiano no dia-a-dia provocando prazer e bem-estar aderindo ao vício. Por outro lado, as taxas de consumo entre jovens e adultos de vinte à cinquenta anos vem diminuindo ao longo dos anos pois, há restrições de usos em locais públicos e privados.
Contudo a OMS (Organização Mundial da Saúde), juntamente com suas parceiras Secretaria da Saúde, postos de saúde, hospitais públicos e privados deve reforçar e investir mais em propagandas de anti-tabagismo por meio de propagandas em plataformas digitais como: netflix, spotify, youtube e instagram a fim de conscientizar a população sobre os fatores de riscos. Diminuindo as crescentes taxas de mortalidade consequente à situação garantindo um equilíbrio notável aos gastos em recursos em saúde pública que lida com a gravante situação imposta na sociedade.