Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 18/08/2019
Durante a Idade Média o tabaco possuía caráter sagrado e era bastante utilizado pelos indígenas em seus rituais ou para fins medicinais. Atualmente o tabaco tem causado um grande impacto na sociedade, em indivíduos fumantes as consequências como o tabagismo são, a longo prazo drásticas ao corpo e órgãos, e também às pessoas que convivem com isso que acabam sendo afetadas pelas influências tabagistas adquirindo mesmo contra sua vontade substâncias em seu corpo que afetam sua saúde.
O ato de fumar é adquirido entre 17 e 19 anos, diz Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), segundo a pesquisa, cerca de 31,9% dos fumantes ou ex-fumantes começaram a fumar nessa idade. Escolaridade influência na idade em que as pessoas começam a fumar, para a maioria dos fumantes e ex-fumantes, o hábito teve início na faixa etária entre 17 e 19 anos. Os adolescentes fumantes são mais vulneráveis a infecções respiratórias, patologias bucais e redução de sua capacidade física.
Além disso, a pessoa que costuma ficar próxima a quem está fumando, também está exposta às cerca de 4.700 substâncias tóxicas presentes no cigarro. Estima-se que a cada três cigarros fumados, o fumante passivo consome um por tabela. Ademais, a fumaça que sai da ponta do cigarro e se difunde no ambiente carrega, em média, até 50 vezes mais substâncias cancerígenas. Segundo dados de 2012 do Inca (Instituto Nacional de Câncer), o tabagismo passivo é responsável por sete mortes por dia no país, considerando apenas a exposição passiva ao cigarro em casa.
Infere-se, portanto que as consequências do tabagismo aumentam constantemente no século XXI. Para modificar esse cenário, a Organização Mundial da Saúde, deve incitar os países a tomarem providências, mediante à execução de debates e campanhas mundiais, para que conscientizem a população sobre todas as consequências, proibindo fumar em ambientes fechados, e assim diminuir o número de fumantes-passivos. Do mesmo modo, o Ministério da Saúde juntamente com o Ministério da Educação e Cultura (MEC), poderá promover em escolas públicas programas de reabilitação de jovens tabagistas para que a incidência de doenças no futuro seja interrompida.