Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 18/08/2019

De acordo com dados da OMS, o cigarro tornou-se um problema de saúde pública mundial, visto que, tende à desencadear uma série de doenças, não só ao fumante, como também a quem está ao redor -fumantes passivos-. Além disso, reduz a produtividade econômica, já que o trabalhador usuário terá uma piora em seu desempenho.

Em primeira análise, é sensato ratificar que o consumo de cigarros causa inúmeras doenças não só a seus usuários como também a quem está próximo deles. Segundo pesquisas do jornal O Globo, são  aproximadamente 4.700 substâncias entrando no organismo, todas elas altamente tóxicas. Serve de exemplo o monóxido de carbono, que reduz a quantidade de oxigênio que chega aos órgãos, ocasionando assim o aumento na probabilidade de doenças graves, como o câncer. Não o bastante, como resultado, têm-se a super lotação de hospitais oncológicos e aumento de mortes devido o uso do tabaco.

Em segunda análise, é essencial destacar que, devido aos problemas de saúde -consequência do uso do cigarro-, o indivíduo tende à reduzir sua produtividade no trabalho, pois, a nicotina -componente base do tabaco- reduz a atividade cerebral, como foi comprovado em estudos da USP. Outrossim, é de fundamental importância ressaltar que o valor arrecadado em forma de impostos na produção de cigarros, infelizmente, cobrem apenas cerca de 30% dos prejuízos acarretados ao sistema de saúde pública.

Em suma, para resolver a problemática que afeta de forma direta a população mundial, é necessário que o Ministério da Saúde em parceiria com a OMS, aumentem a divulgação de propagandas midiáticas -as televisivas, enfatizadas principalmente em horários nobres- que alertem a população sobre os malefícios causados pelo uso do cigarro. Atrelado a isso, o aumento de impostos sob a produção de cigarros é imprescindível, pois, é necessário cobrir os custos que o produto causa à saúde pública.