Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 17/08/2019

Segundo Augusto Cury,médico psiquiatra e escritor, no mundo nunca houve tanto entretenimento, porém, jamais existiu tamanha quantidade de pessoas sofrendo com doenças psicossomáticas como depressão, síndrome do pânico, entre outras. Assim, o hábito de fumar, como mais uma forma de entreter-se, leva ao desenvolvimento do tabagismo, doença mental responsável por milhões de mortes em todo planeta e bilhões de dólares gasto com o tratamento de síndrome referes ao fumo do tabaco.          Inicialmente, cabe ressaltar que todas as substâncias viciantes e tóxicas pode causar óbito por doenças ligadas à dependência. Nesse contexto, qualquer fumante inveterado inala toxinas encontradas no tabaco como nicotina e alcatrão que conduzem o indivíduo a morte em consequência de saúde debilitada por condição mórbida desenvolvida ao adquirir síndromes relacionadas ao tabagismo como aumento de pressão arterial, enfisema pulmonar, tumores malignos no pulmão, entre outras, o que aumenta, anualmente, o número de falecimentos relacionados ao hábito de fumar.                      Ademais, outro fator a salientar é o crescente e imenso gasto co saúde para tratar os doentes do tabagismo, pois governos mundiais utilizam trilhões de dólares para cuidar de indivíduos improdutivos que padecem com cardiopatias, cânceres, hipertensão, entre outros. Assim, também vale pontuar que o Brasil destina bilhões de reais para assistência de enfermos acometidos dos males causados pelo fumo. Nesse sentido, fica evidente que tantos recursos financeiros empregado no tratamento do tabagismo pode frear o desenvolvimento de um país.                                                                                          Assim sendo, é premente a necessidade de medidas capazes de combater o tabagismo em todo o mundo. Para tanto, organismos internacionais como a ONU deve criar campanha nas mídias mundiais para tornar mais claro, a população, dos malefícios fatais causados pelo tabagismo, objetivando tornar raro os fumantes em todo mundo.                                                                                           Além disso, a respeito de como minorar os gastos com tratamento de doentes que desenvolveram tabagismo, cabe aos governantes com suas economias afetadas, produzir leis que obriguem os produtores de tabaco a pagar pesados impostos, visando mitigar a redução de seus orçamentos por destinar grande quantidade de recursos financeiros para tratar da saúde dos que sofrem com o vicio do fumo. Assim, pode-se ter um mundo com menos fumo e reduzido número de síndromes ligadas ao hábito de fumar.