Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 12/08/2019

Relativo ao tabagismo no século 21, nota-se que há um crescente número de consumidores. Devido a esse aumento do consumo, as mortes por câncer de pulmão, pneumonia, entre outras doenças, estão cada vez mais recorrentes. Logo, esse tema deve ser debatido para que se achem soluções capazes de diminuir essa problemática.

Em primeiro plano, deve-se saber que a nicotina é uma das principais componentes do tabaco e é responsável pela dependência dos usuários. Logo, o fumo excessivo pode causar doenças como bronquite, pneumonia e câncer. No entanto, o Ministério da Saúde adverte: o uso desse produto é extremamente maligno à saúde. Além disso, sua fumaça é tóxica e pode prejudicar as pessoas próximas ao fumante.

Em segundo plano, além de causar doenças crônicas que podem levar à morte, a fabricação e o descarte indevido do cigarro causa efeitos nocivos ao meio ambiente. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as substâncias químicas presentes no tabaco envenenam a atmosfera, o solo, os mares e rios. Desse modo, há contaminação da espécie marinha que ingere parte dessas substâncias descartadas, assim como prejudica a vida humana e o bem estar do planeta.

Logo, para combater esse problema, são necessárias atitudes imediatas. É de suma importância que o Ministério da Saúde promova campanhas que sensibilizem a população através de propagandas na mídia, direcionadas a todo tipo de público, e palestras em instituições sobre os danos que o tabagismo causa tanto na saúde humana, quanto ao meio ambiente. Dessa forma, as pessoas poderão ter consciência sobre seus atos e excluir o mau hábito de fumar.