Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 09/08/2019
Até os ano 1980 era muito comum que os filmes retratassem seus personagens em cenas clássicas fumando cigarros, dentre as quais a que imortalizou a figura de Rita Hayworth. Com isso, também houve um aumento exacerbado do consumo da droga em todo o mundo, fato que marca o início de um problema que traz inúmeros malefícios tanto para a saúde dos usuários e seus familiares, quanto para os serviços públicos de saúde.
Não há dúvidas quanto à nocividade que o cigarro causa para seus dependentes e demais pessoas do seu convívio. De fato, as inúmeras pesquisas revelam que, além da dependência por nicotina, a combustão produz substâncias tóxicas prejudiciais aos pulmões e outros órgãos vitais. Logo, quem convive com fumantes terá os mesmos riscos ao inalar a fumaça.
Ademais, o tabagismo torna-se custoso ao sistema público de saúde, pois há um elevado número de pacientes com doenças cardíacas e pulmonares advindas do uso constante de cigarro. Em consequência disso, os serviços que normalmente têm dificuldade em atender a população encontram mais desafios a serem superados.
Segundo pesquisas recentes do Ministério da Saúde, cerca de dez por cento da população adulta brasileira é fumante, dentre os quais os menos escolarizados detém o maior percentual. Desse modo, pode-se relacionar o fato ao menor acesso à informação, em que fica evidente o importante papel da escola em levar o conhecimento aos menos favorecidos.
Diante disso, é necessário a adoção de medidas mais rígidas quanto a comercialização do tabaco, para que o número de novos usuários baixe progressivamente. Cabe, portanto, aos agentes municipais fiscalizar os estabelecimentos comerciais para que não haja a venda de cigarros para menores de idade, no efetivo exercício da lei. Não obstante, é necessário aumentar os impostos na comercialização do cigarro, dessa forma, com o tempo esse ramo se tornará inviável ao mercado.