Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 09/08/2019

Hábito Custoso

Acredita-se que o tabaco já era um velho conhecido de povos nativos, onde seu uso variava entre procedimentos místicos ou medicinais. Estudos apontam que o primeiro contato dos europeus com essa planta, se deu por volta de mil quatrocentos e noventa, mais precisamente quando Cristovão Colombo chegou à América e que ela teria chegado ao Brasil por meio de migrações indígenas.

Mas com o passar do tempo, a prática do tabagismo foi se tornando mais comum por todo o mundo e com ela, as pesquisas do campo médico foram se consolidando e ratificando o malefício que a planta tem sobre o organismo humano, e é importante dizer que é reconhecido como uma doença crônica, ou seja, acarreta em uma dependência química e afeta também o psicológico e físico do viciado. Essa prática é a porta de entrada para várias moléstias, como câncer, úlcera, impotência sexual, tuberculose e infecções respiratórias, além de causar o envelhecimento precoce e, no caso de gestantes fumantes, resultar num aborto ou até levar à anormalidade do feto. Segundo a Anvisa, por ano, seis milhões de pessoas no mundo morrem em decorrência do fumo, e que, no Brasil, as estimativas chegam até duzentas mil pessoas.

A fumaça do cigarro agride, não só os fumantes, mas também as pessoas que estão expostas à ela, ditos fumantes passivos, em razão da convivência com escravos desse costume. Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que o vapor que sai da parte acesa, contém maior quantidade de agentes tóxicos, como nicotina e monóxido de carbono, do que o tragado pelo dependente químico e as consequências dessa inalação variam entre o nascimento prematuro de um bebê, em grávidas, até o risco eminente de câncer de pulmão e infarto, em adultos.

Em suma, é importante citar que o Brasil é referência na luta contra esse vício e que,os projetos governamentais tem desempenhado seu papel de maneira louvável nas campanhas de conscientização e reabilitação.