Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 10/08/2019
Sabe-se que o tabaco é, hoje, considerado o mal do século em referência mundial, na qual todos os países possuem usuários, devido o seu fácil acesso. Com base nisso, pode-se dizer que o tabaco é uma droga de efeito psicótico que contém cerca de 4720 substâncias tóxicas, sendo uma delas, a nicotina, que é o pivô principal responsável pela dependência. Com isso, torna-se perceptível que, a droga em questão, é altamente prejudicial à saúde da população e por isso é considerada como um dos responsáveis pela morte de parte da população, e também, causador de problemas ambientais devido ao seu descarte incorreto pelas cidades brasileiras.
A princípio, de acordo com a diretora geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, o tabaco é uma ameaça a toda a população e não só aos fumantes ativos, a partir do momento em que um não-fumante inala a fumaça gerada pelo tabaco, ele se torna um fumante passivo e pode desenvolver problemas futuros de saúde quando esse hábito se torna frequente. Além disso, a OMS afirma que o tabagismo matou 100 milhões de pessoas no século XX, devido as suas enormes e diferenciais consequências, como o desenvolvimento de doenças respiratórias, câncer de pulmão, doença cardíaca, bronquite, pneumonia, entre outras.
Por outra perspectiva, o cigarro é também o responsável por parte dos problemas ambientais ocorridos em território mundial, como as queimadas e a poluição do ar gerado pela fumaça ao tragar. De acordo com a OMS, o número estimado de fumantes no mundo é de 1,6 bilhão, cada uma dessas pessoas descartam - seja da forma correta ou não - uma média de 7,7 bitucas de cigarro por dia. Com isso, considerando aquelas pessoas que descartam em calçadas e lotes vazios, a possibilidade do contato entre a bituca e a vegetação são consideráveis, podendo gerar queimadas. Além disso, a fumaça do cigarro também é considerada um dano ambiental devido a poluição do ar atmosférico, prejudicando toda a população próxima.
Portanto, de acordo com os fatos mencionados, é perceptível a necessidade de mudanças de hábitos para que a população tenha a consciências dos reais prejuízos do cigarro. Primeiramente, é dever do Ministério da Educação, criar campanhas de conscientização dos reais malefícios que o tabagismo traz a sociedade, começando pelas escolas públicas e privadas, através de palestras e atividades educacionais, afim de se evitar futuros fumantes. Além disso, seria essencial a ajuda do Poder Legislativo, em criar novas leis que multe a população que faz o descarte incorreto de quaisquer lixos não-biodegradáveis em ambientes de riscos que podem causar danos ambientais, a partir disso, será perceptível a diminuição da população fumante e dos índices de queimadas geradas pelo cigarro.