Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 09/08/2019

Consoante o filósofo e sociólogo Zygmunt Bauman: " Não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas “. Essa visão, embora correta, não é efetivada no hodierno cenário global, sobretudo no Brasil, dado que o tabagismo no século XXI causa vários problemas a população brasileira. Isso ocorre ora em função do despreparo civil, ora pela inação das esferas governamentais para conter esse dilema. Assim hão de ser analisados tais fatores, a fim de que se possa liquidá-los de maneira eficaz.

Em primeiro lugar, é imperioso destacar que problemas relacionados ao tabagismo é fruto do despreparo civil de lidar com o impulso de consumir drogas sem a preocupação com suas consequências. Isso porque, mediante a ausência de uma orientação adequada, o indivíduo, sem preocupação com o futuro, acaba não dando devido valor a sua saúde, corroborando assim um futuro desprovido de qualidade. Esse panorama se evidência, por exemplo, segundo a OMS- organização mundial da saúde- em várias camadas da sociedade contemporânea, dado que um quinto da população brasileira é fumante e cerca de setenta e cinco por cento desse grupo possui algum problema relacionado ao uso de cigarro. Logo, é substancial a alteração desse quadro que vai de encontro à possibilidade de uma boa qualidade de vida.

Além disso, é imperativo pontuar que a problemática do uso do tabagismo, deriva, ainda, da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismo que coíbam tais recorrências. Isso se torna  mais claro, por exemplo, ao observar a falta de fiscalização das políticas públicas voltadas ao combate  do tabagismo, corroborando, assim, um consumo demasiado de cigarros que prejudica não só apenas o fumante, mas também as pessoas ao redor dele. Ora, se um governo se omite diante de uma questão tão importante, entende-se, assim, o porquê de sua continuação. Dessa maneira, entende-se essa questão como uma problemática cuja a resolução dever ser imediata.

Depreende-se, portanto, a necessidade de combater o tabagismo na sociedade brasileira. Para tanto, cabe ao Ministério da educação -ramo do estado responsável pela formação civil- inserir, nas escolas, deste a tenra idade, palestra sobre a importância de não consumir drogas, de cunho obrigatório em função da sua necessidade, além de difundir campanhas instrucionais, por meio de mídias de grande alcance, para que o sujeito aja em busca de uma boa qualidade de vida. Ademais, o Ministério da justiça deve criar mecanismo que fiscalize as politicas públicas voltadas ao combate do tabagismo. Espera-se, com isso,  que os problemas relacionados ao consumo de cigarro possa diminuir e, assim, com Zygmunt Bauman defendia, transformar essa crise em ação contra essa problemática.