Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 08/08/2019
Tabagismo: dependência física e psicológica que uma pessoa tem por uma das principais substancias presentes no tabaco, a nicotina. Nos dias atuais deduz- se que, morrem, aproximadamente 7 milhões de pessoas por ano devido ao consumo do cigarro. No entanto, o fumo não deve ser visto como algo legal, que “reduz o estresse” e que deve se experimentar, mas como uma dependência grave de uma droga lícita que leva a morte de muitas pessoas.
Primeiramente, é necessário destacar o fato de que a droga causa, além da dependência, doenças gravíssimas como o câncer (de pulmão ou muitos outros) e problemas de coração. Não é de se surpreender que o cigarro cause não só essas, mas inúmeras doenças, já que nele possui cerca de 4700 substâncias tóxicas. O que surpreende, por outro lado, é como uma fumaça, que carrega tanta toxinidade, e causa tantos danos também a terceiros, é tida como lícita na nossa sociedade.
Além disso, é importante frisar que a fumaça do cigarro também gera danos ao meio ambiente. Contribui para a formação de um ar cada vez mais poluído, trazendo danos à natureza, e mais uma vez à terceiros. Dessa forma, o governo atribui despesas com medidas paliativas compensatórias para que tal quadro de poluição não se agrave.
Induz-se, no entanto, que o tabagismo não é um hábito casual, mas uma dependência química que deve ser combatida. Para isso, governo, órgãos da saúde e educação devem agir mutuamente na prevenção-combate do ato. O primeiro deve promover leis que exijam a diminuição da nicotina e demais substâncias tóxicas presentes no cigarro, havendo um nível máximo reduzido das mesmas. O segundo deve aprimorar o sistema de reabilitação, com o acompanhamento de um psicólogo, já que a abstinência pode gerar angústia e ansiedade. Já o terceiro agente, que é uma ferramenta muito importante, deve estimular desde a escola até as universidades, o não uso do cigarro. Ademais, um vício nunca deve ser negligenciado, porém sempre tratado.