Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 10/08/2019
Eric Hobsbawm,historiador britânico,nomeou o século XX como a “Era dos extremos”,em virtude do cenário de catástrofes,revoluções e inseguranças que marcaram o “breve século”.Apesar do lapso histórico,o panorama atual perpetua problemas de cunho comportamental que podem ser associados ao que fora outrora observado pelo historiador,sobretudo,a respeito de despesas de saúde e estragos no meio ambiente,questões que promovem o enraizamento de impasses e suas consequências relacionados ao tabagismo no século XXI.
Mormente,pode-se notar a negligência do homem frente aos riscos que o tabaco gera à saúde,matando mais de sete milhões de pessoas a cada ano,segundo dados disponíveis no site da paho.org. Nessa perspectiva,em prol de evitar que mais vidas sejam ceifadas em consequência de cânceres de pulmão e estômago,infartos,pneumonia e nascimentos prematuros,por exemplo,tanto as famílias quanto entidades governamentais responsáveis,assumem altas despesas em hospitais,bem como em campanhas educativas,respectivamente,para que as pessoas já afetadas por doenças tenham suas vidas restauradas e as demais tomem rumos saudáveis.
Somado a isso,verifica-se uma relação,mesmo sendo indireta,que o tabaco tem com o meio-ambiente.Em conformidade com a ideia do romancista John Knowlwles,“A saúde do ser humano é determinada pelo seu comportamento,alimentação e condições do ambiente”.À guisa desse pensamento,observa-se o efeito devastador causado em matas,como as queimadas ou em qualquer outro local susceptível à combustão em função do ato de lançar uma “bituca” de cigarro no meio,evidencia,não raramente,a parca importância que o hominídeo demonstra no que tange à natureza.
Portanto,medidas são necessárias para resolver esses fatores que perpetuam o óbice.Cabe ao Ministério da Saúde manter parceria com o Governo Federal,no sentido de direcionar parte dos recursos financeiros a propagandas educativas muito além das exibidas em embalagens de cigarro,como também fundamentar várias consequências por meio de palestras baseadas em histórias reais,a fim de impressionar todos os tipos de público-alvo,além de diminuir a população canarinha no ranking do país que mais consome o tabaco.Outrossim,é imperioso que o Ministério do Meio-Ambiente divulgue mais casos de queimadas e/ou incêndios por via de pesquisas e estudos,de forma que atinja o maior contingente demográfico,com o fito de otimizar a consciência humana e preservar o meio natural.Ações assim fomentam uma melhor expectativa de vida e podem garantir às futuras gerações um estilo de existência terrena em que haja menos problema de cunho comportamental.