Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 18/08/2019

Nas embalagens de cigarro estão listadas as doenças causadas pelo fumo, com fotos como exemplo. Ainda assim, há cerca de dez mil mortes relacionadas ao fumo no mundo. Sob essa ótica, um dos problemas do cigarro é a sua relação com fumantes passivos, além disso, ele causa efeito vicioso em quem o consome.

A priori, é necessário entender que o tabagismo não afeta somente os fumantes ativos. Dessa maneira, Jean Paul Sartre afirma que o homem é condenado a ser livre, frase que serve de base para entender a relação entre o tabaco e os não fumantes. Vê-se, a posteriori da ação de fumar, a contaminação do ambiente, o que faz com que os fumantes passivos também sofram com a fumaça, mesmo sem fumar diretamente — uma consequência negativa da liberdade sartriana — e corram riscos relacionados à saúde. Assim, as deficiências de natalidade, os efeitos na boca e na cognição são percebidos frequentemente nos fumantes passivos e ativos, o que deve ser combatido.

Ademais, uma das consequências do tabagismo é a estreita ligação ao vício. Analogamente, dentre as 4700 substâncias tóxicas incluídas no tabaco, a nicotina é a mais famosa mundialmente, por representar a ligação intrínseca entre o cigarro e o vício. Consequentemente, a toxicidade do composto faz com que o produto tenha a fama de acalmar as pessoas, pois o vício pede o seu uso em situações de estresse. Dessa maneira, o ato de fumar é apenas mais um gatilho para o viciado.

Portanto, os problemas e consequências do uso do cigarro devem ser minimizados. Para isso, o Governo deve incentivar mais espaços para os fumantes, com a finalidade de não atingir os não fumantes com a fumaça. Isso pode acontecer por meio da parceria entre o Ministério da Saúde e Empresas, que receberiam uma verba para criar o ambiente. Além disso, o Legislativo deve criar uma lei que impeça a nicotina de ser usada nos cigarros, gradualmente. Assim, as fotos estampadas nas embalagens de cigarro seriam menos realistas.