Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 08/08/2019
Seguindo a linha de raciocínio do filósofo Arthur Schopenhauer, “o maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem”. Análogo a isso, é fato que o pensamento filosófico se estabelece no panorama brasileiro, especialmente, no que concerne recorrências do tabagismo na atualidade e seus problemas e consequências. Nessa perspectiva, não há dúvidas da improbidade estatal para atenuar o consumo abusivo de tabaco pelo corpo civil, bem como falhas de informatividade sobre as implicações desse composto na sociedade.
Em primeira análise, apesar de normas jurídicas como a Constituição Federal, em seu artigo 196, preveja saúde com equidade para todos os cidadãos, esse mecanismo legal encontra-se defasado. Uma prova disso é exposta devido uma atenção minorada governamental, haja vista, falhas e omissões de políticas ao público que utiliza alto teor de cigarros, com substâncias malevolentes e que causam dependência como a nicotina. Desse modo, essas drogas lícitas, são usadas de maneira abusiva e constante na sociedade, o qual ratifica a reflexão exposta por Schopenhauer na esfera grupal do país e urgência de maior atenção do Poder Público.
Igualmente, além da ausência estatal, expressa-se também, escassez informacional por uma parte geral sobre o tabagismo e suas consequências, sobretudo, patológicas. Nesse ínterim, a população tanto fumante ativa quanto passiva - indivíduos não-fumantes expostos aos componentes tóxicos do cigarro - com atenuados informes acerca do fumo, estão vulneráveis a inúmeras doenças que essa droga fomenta no organismo, como câncer de pulmão e pneumonia, por exemplo. Dessa forma, essa ação vai de encontro ao exposto pelo escritor francês Xavier Maistre,o qual afirma que o vício tem como recompensa somente o arrependimento, equivalente as pessoas que abusam dos cigarros e adoecem.
Evidencia-se, portanto, significativas dificuldades correlacionadas ao tabagismo no século XXI e seus problemas e consequências. Por conseguinte, o Ministério da Saúde - órgão responsável pela administração e manutenção da saúde no país - em parceria, com hospitais em geral, deve promover centros de atendimentos especializados em todos os estados brasileiros, com presença de médicos, assistentes sociais, psicólogos para atender fumantes, tratar possíveis enfermidades, com o intuito de atender o maior número de tabagistas e iniciar um tratamento contra o vício, a fim de garantir o que a Constituição atesta. Além do mais, cabe ao Ministério da Educação, em consonância as mídias televisivas, inserir palestras em canais abertos com psicólogos e médicos em geral, com o objetivo de debater a respeito dos impasses que o tabagismo traz para saúde e informar a sociedade, para que assim o pensamento de Arthut Schopenhauer atenu-se