Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 08/08/2019

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos direito à propriedade e bem estar social. Conquanto, as alternativas para reduzir a questão do tabagismo no século XXI, impossibilita que uma parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.     Em primeira análise, o pedagogo e filósofo Paulo Freire afirma que " Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda". Nesse sentido, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido nos conflitos sociais. Sob esse viés , o tabaco aumenta a pobreza, diminui a produtividade econômica, afeta negativamente nos alimentos escolhidos pelas famílias e polui o ar interior. Nesse contexto, é inadmissível o descaso do Estado perante esse quadro, haja vista a precaridade do ensino público.

Faz-se mister, de acordo com Zygmunt Bauman, o sociólogo polonês, " a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da modernidade líquida" vivido no século XXI. Diante de tal contexto, o Governo Estadual e Municipal permanecem invisíveis na maior parte do tempo no que tange à segurança do desenvolvimento humano.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Nesse sentido, urgi que o Estado, por meio de recursos ao ministério de Educação promova palestras na educação sobre as consequências do tabagismo, crie anúncios publicitários com os problemas que os fumantes causam a sociedade. Dessa forma, os países poderão superar os resultados causados pelo cigarro.