Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 15/08/2019
Sabe-se que o tabaco é um produto altamente difundido em todo o mundo. Desde o século XV, o tabaco vem sendo utilizado pelas pessoas das mais diferentes formas e para as mais diversas finalidades, porém, consumi-lo em forma de cigarro tornou-se hábito apenas no século XIX e, desde então, seu uso tem trazido graves consequências para a saúde dos usuários e para o meio ambiente.
Em primeira análise, observa-se, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), que o tabagismo é considerado o maior problema de saúde pública do mundo moderno e matou mais de cem milhões de pessoas no século XX. Além dos problemas respiratórios causados por essa doença crônica, muitos problemas circulatórios têm sido diagnosticados, não só nos usuários do cigarro, mas também nos fumantes passivos, que são extremamente atingidos pela fumaça do cigarro.
Em segunda análise, constata-se, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), que o fumo é responsável por 30% das mortes por câncer, devido aos resíduos do tabaco, que contêm mais de sete mil substâncias tóxicas cancerígenas. Além disso, observa-se que os custos econômicos para famílias e governos são altíssimos, por conta das despesas de saúde e da perda de produtividade do usuário do tabaco, já que os problemas causados pelo uso do cigarro impedem o usuário de ser produtivo no meio econômico.
Portanto, se faz necessária a ação do Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação na promoção de palestras em escolas e cidades com médicos para que expliquem todo o mal que o cigarro gera. Ademais, ONGs devem promover grupos de apoio para indivíduos que desejam abandonar o vício, com ajuda psicológica e médica. Outrossim, as mídias, como: TV, rádio, internet e jornais devem propagar comerciais antifumo, para que haja diminuição do uso do cigarro e, consequentemente, de seus danos.