Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 10/08/2019
Nos dias atuais, conforme afirma Gustavo Gouveia, diretor técnico do Instituto de Cancêr de Brasília, em média, cinco milhões de pessoas no mundo morrem todos ano devido ao tabagismo. De fato, diante desse número, é necessário encontrar soluções mais eficazes, que consiga diminuir esse consumo, que está entre as principais causas de morte. Mas também, é fundamental encontrar medidas, que consigam orientar a sociedade, sobre os riscos que a fumaça inalada do cigarro traz aos não fumantes, conhecido como fumantes passivos.
A priori, quando se fala em bronquite, falta de ar, tosse, pressão arterial alta e formação de coagulos, esses podem ser algumas consequências para a saúde que o uso do tabaco pode causar. Nesse sentido, o tabagismo não pode ser visto pela população como um produto apropriado, deveria ser visto como um consumo inapropriado e que traz graves riscos para a saúde. Ademais, de acordo com o Doutor Drauzio Varella, ao fumar, a morte por doença respiratória é nove vezes maior.
Outrossim, quando Marshall Mcluhan afirma que a maioria das pessoas estão ligadas no passado, mais deveria estar ligada no presente, corrobora a importância de estar sempre com as informações atualizadas. Todavia, observa-se que grande parte da população, desconhece um dos problemas que o cigarro pode trazer ao não fumante, a fumaça desse produto ao ser inalada, ela se torna mais prejudicial do que no próprio fumante.
Portanto, pode-se perceber, uma necessidade do apoio dos canais de comunicações e alguns departamentos do governo, sobre a falta de divulgação dos riscos para a saúde que o produtor pode trazer. Buscando amenizar os impactos causadas pelo uso do tabaco, além da própria divulgação dos fornecedores, é importante que o ministério da saúde, juntamente com o da educação e os suportes de campanhas publicitárias, inicie um projeto que visa atingir o maior número de pessoas, sobre a conscientização das possíveis doenças que o cigarro leva para os fumantes e não fumantes, o que está entre as principais causas de morte.