Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 07/08/2019

Houve um tempo onde ser fumante era reflexo de prestigio social, cultura esta que se disseminou com o passar dos anos, junto a isto se disseminaram também os reflexos negativos do habito de fumar e gradativamente este prestigio social foi se escondendo por trás da cinza fumaça dos cigarros, até se tornar um status completamente desconexo.

Engana-se quem acredita que o habito de fumar seja prejudicial apenas a quem fuma ativamente, fumantes passivos em muitos casos, sofrem na mesma proporção. Hoje, os bilhões arrecadados em lucro com a venda dos cigarros, não são suficientes para  suprir os múltiplos de bilhões gastos para recuperação da saúde dos fumantes ativos, fumantes passivos ou mesmo na recuperação ambiental.

Dentre as quase cinco mil substancias toxicas presentes no cigarro, deve-se dar destaque a nicotina, responsável por desenvolver a dependência no usuário devido seus efeitos de euforia e bem estar em poucos segundo apos a inalação da fumaça, entretanto a combinação desta com as demais substancias, se torna uma verdadeira bomba relógio para agravos em saúde, envolvendo desde o aparecimento de infecções leves na cavidade oral e nos pulmões, até quadros mais agressivos como DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Cronica), cânceres como de pulmão, boca, faringe, esôfago, figado, pâncreas, estomago, além de muitas outras doença, reduzindo drasticamente a expectativa de vida do fumante e de quem o rodeia.

O governo deve investir em campanhas tanto afim de evitar que surjam novos fumantes, como também reduzir o numero daqueles que já possuem o habito de fumar, expondo os riscos e gerando ajuda psicológica, médica e/ou familiar, pois muitas vezes o individuo sozinho não possui forças para lutar contra o vicio, sendo em alguns casos necessário até mesmo o uso de medicamento psicomoduladores. O importante é conscientizar que fumar mata milhões de pessoas por ano e que trabalhando juntos há grandes chances de mudar esta estatistica.