Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 06/08/2019

“Quem fuma cigarro/ Tosse o tempo todo/ Vive com pigarro/ Feito galinha com gôgo”. Nesse trecho da música “Pare de fumar”, a banda brasileira “Aviões do Forró” cita uma das consequências do uso do tabaco. No entanto, o uso dessa droga lícita é capaz de acarretar outros diversos problemas, como doenças - e em diversos casos, a morte - e prejuízos, também numa esfera econômica, aos governos.

O tabaco é uma droga letal. Possuidor de mais de 4.700 substâncias tóxicas, dentre elas a nicotina, com poder de dependência maior do que a de drogas lícitas como a cocaína, por exemplo, o tabaco é responsável por mais de sete milhões de mortes a cada ano. Além das consequências causadas a seus usuários, põe em risco também a vida de pessoas não fumantes, já que, segundo infográfico sobre os riscos do cigarro, as chances de fumantes passivos adquirirem câncer de pulmão são 30% maiores.

Além dos problemas já citados, o tabagismo causa grandes despesas aos cofres públicos. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é de 14,7 bilhões de reais o prejuízo causado por tratamento de doenças ocasionadas pelo tabaco ao governo anualmente.

Fica claro, portanto, a necessidade de medidas a fim de resolver essa tão danosa problemática. Cabe, ao Poder Legislativo, a elaboração e efetivação de leis mais severas em relação a comercialização do tabaco, assim como a sua fiscalização pelo Poder Judiciário. Compete, ainda, ao Ministério da Saúde, juntamente com as mídias televisivas, a criação de campanhas publicitárias, com o intuito de não somente conscientizar, mas sim sensibilizar a sociedade a respeito dos malefícios da utilização do tabaco.