Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 06/08/2019

Na série “Sex Education” é frequente ver adolescentes utilizando de cigarros dentro e fora de instituições estudantis. De modo paralelo ao nosso país, por sorte, é proibido o uso de nicotina para menores de idade. Destarte, a problemática se desenvolve por meio do próprio tabagismo - que é a dependência do cigarro - e por consequência, vários tipos de doenças, como por exemplo: o câncer e suas variações.

A priori, é importante relembrar que no passado, o uso do tabaco era símbolo de status, fama e, em alguns casos, rebeldia, mas na atualidade, é um caso de saúde pública. Logo, todo vício, assim como toda praga, deve ser erradicado e assim, mais adiante, não se torne um problema irreversível. Como exemplo, a mortalidade diária causada por essa enfermidade que chega a 350 indivíduos por dia, segundo o INCA(Instituto Nacional do Câncer).

A posteriori, um dos avanços para a população foi a criação da Lei Federal 12.546/2011, que proíbe o fumo em lugares coletivos fechados em todo o país. Garantindo, portanto, que somente quem utilize do cigarro, sofra com as consequências. Ademais, esses resultados se mostram em sua maioria em doenças pulmonares ou cânceres em órgãos que vem desde a via respiratória, até o colo do útero.

Em suma, medidas são necessárias para resolver esse impasse. Portanto, é mister a comunhão entre o Governo e o Ministério da Saúde Criar, fiscalizar e implementar leis, projetos, além de estabelecer contatos com outros agentes. Em síntese, resta também ao próprio indivíduo mudar seu comportamento diante da problemática e fazer uma autoavaliação, para que assim, o problema seja dissolvido e remediado. Por fim, é importante experimentar moderar; a vida é curta demais para se tornar servo de uma droga.