Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 19/08/2019
Nas mídias é muito comum ver o cigarro sendo usado como objeto de acessório em forma de destaque. Porém, muito disso os torna influenciador para o público alvo, que vive acompanhando essas ideias. Entretanto, uma vez que, aquilo rouba atenção do modo direto e indireto do indivíduo para obter o mesmo efeito da cena, surge o problema, porque o usuário ao ter o primeiro contato com a droga em pouco tempo fica viciado. Logo, então, a publicidade do tabaco apresentada na tela de TV não poderá igualar-se com o da vida real, pois os riscos de gravidade que esse produto traz para saúde é constante e muitas dos fumantes não estão cientes disso. Portanto, devido a essas consequências e entre outras, são apresentadas soluções para se evitar o consumo do tabagismo.
Segundo o quadro do diagnóstico médico, o excesso de fumo por longo tempo tem as chances de danificar os pulmões o que faz levar à quem fuma a se comprometer com a sua saúde. Contudo, vale ressaltar que, muitos deles têm as informações em mãos sobre o perigo que está correndo ao praticá-lo essa ação, e mesmo assim, alguns aparentam não se importar ou se esforçar tanto para sair desse mundo. Todavia, o ciclo vicioso tende a prender o viciado, pelo fato de que a cada dragada o cérebro corresponde à uma sensação prazerosa. Então, se o indivíduo se encontra num momento tenso seja de estresse ou ansiosidade, automaticamente, ele vai em busca do cigarro como um ato de socorro para suprir a sua necessidade. Por isso, as vítimas em muitos casos se veem encurralados por acharem que esse é único caminho para preencher o seu vazio. Sendo assim, com base nesse processo ilusório essa atrocidade não somente afeta os órgãos do corpo como também o financeiro. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), criou uma calculadora para contar o quanto o viciado desperdiça o seu dinheiro em longo período de tempo. Logo, a intenção de gerar essa máquina, foi para propor ajudar a desestimular o fumante.
Portanto, a fim de mitigar o problema é preciso isto: que o prefeito de cada cidade integre um grupo de psicólogos na formação em terapia cognitivo-comportamental para realizar projetos de tal ação, na proposta de dar suporte a essas pessoas que vivem presas no vício do cigarro. Para tanto, cria-se a ideia de enviar os profissionais nas casas desses indivíduos oferecendo uma abordagem de tratamento em prol da substituição do elemento por terapias, com a finalidade de deixar o doente longe do perigo. Dessa forma, os cuidados de resolver a situação terão uma nova cara dando chances as vítimas ao se sentirem mais amparados. Por meio desses recursos, poderão aparecer outros interessados querendo participar do projeto que trás um benefício para sociedade. Assim, essa auto-ajuda fará uma mudança na vida social das pessoas que fumam como também para aqueles que não fumam.