Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 11/08/2019

Elegância, prosperidade e ascensão social. Esses eram os adjetivos  positivos  sobre o cigarro que circulavam na década de cinquenta na sociedade brasileira, esse seria o auge do consumo, mas a partir de 1970 houve  um declínio devido a descoberta de malefícios e até na contemporaneidade esta luta de conscientização continua. De fato, o tabagismo é  uma degeneração silenciosa na sociedade.

Nessa perspectiva, a baixa escolaridade prejudica o acesso a informação para  a verdadeira mazela do cigarro. De acordo com a BBC Brasil, a questão do acesso ao conhecimento é a principal explicação para o fato de hoje os menos favorecidos fumarem mais, isso ratifica que o acesso ao estudo diminui o índice de fumantes por saberem o risco de contrair doenças crônicas não transmissíveis como, o câncer, a hipertensão e  o enfisema pulmonar. Logo, ausência do estudo no país é a porta para a  esfacelação da saúde.

Na esfera dessa problemática, está o indivíduo sendo pressionado por um meio social para aceitação. Conforme o Inca, existe vários fatores que levam as pessoas a fumar, dentre eles está associado: ao bom funcionamento sexual e à independência, isso demonstra  o tabu gerado na sociedade, sendo que o reconhecimento pelo outro é mais importante do que a própria vida, logo o individuo  cederá ao grupo coercitivo-Durkheim para não padecer do bullying. Assim, a imposição social para ser aceito leva  à ruína a fisiologia corporal.

Evidencia-se, portanto, o ato dos fumantes gera a degradação silenciosa de vidas. A fim de assegurar uma qualidade de vida aos fumantes ativos e passivos, o Ministério da Saúde deve oferecer propagandas na televisão e outdoors que demonstre uma linguagem popular, desmitificando os benefícios do cigarro  e também para causar impacto na sociedade sobre os riscos ao fumo. Assim as chances de alcançar um futuro mais saudável é realmente legítima para todas as idades, independente do nível social que se encontrem.