Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 22/07/2019
É notório que com o advento da expansão capitalista, o estilo de vida do ser humano sofreu mudanças e criou tendências a serem aceitas socialmente, como é o caso da propagação do cigarro como símbolo de glamour. Tal fator logo começou a impactar negativamente e perdura até os dias atuais, pois, as substâncias encontradas no tabaco são altamente tóxicas, causando doenças e interferindo de forma prejudicial na economia de diversos países. Sob tal ótica, é necessário o combate imediato a esta pratica destrutiva como forma de prevenção à saúde mundial.
Em primeiro plano, Stuart Mill afirma que: “Sobre seu corpo e mente, o indivíduo é soberano.” Dessa forma, ele é responsável por seus atos e tem livre arbítrio de suas ações. Porém, esta soberania pode ser questionada a partir do momento em que há situações de risco à sua saúde. Tal fator é análogo ao tabagismo, já que as substâncias encontradas no cigarro causam um alto número de enfermidades, que além de atingir o fumante ativo também causa danos aos indivíduos com quem convive. Como consequência, há um grande número de mortes associadas ao uso do tabaco, fato que é prejudicial para o índice de crescimento de um país.
Em segundo plano, o impacto econômico gerado por este hábito nocivo age de forma desfavorável ao crescimento, já que a alta demanda de auxílio médico para indivíduos atingidos por enfermidades ligadas ao uso de cigarro gera déficits anuais. Segundo um estudo feito pela OMS - Organização Mundial de Saúde, o tabagismo custa 1 trilhão de dólares a economia global por ano. Como resultado, há uma diminuição na produtividade, além da interrupção precoce da vida profissional de muitos indivíduos.
Em síntese, é de suma importância que as nações busquem por meio de reuniões a formulação de ideias que venham a intervir no uso exacerbado do tabaco por meio de campanhas, mostrando de forma explícita e objetiva as consequências ligadas ao tabagismo. Tais campanhas devem ser propagadas por diversos meios sociais como internet, TV e jornais, com o fito de conscientizar e diminuir a incidência de usuários. O monitoramento da população que ainda possui o hábito e a estruturação de profissionais de saúde também é de responsabilidade dos governos e de grande valia no combate à este elemento nocivo, pois, quanto menor o número de fumantes e maior o número pessoas bem orientadas, o objetivo de diminuir os casos de afastamento e prejuízo econômico serão sanados e o que foi um sinal de glamour no passado começará a ser visto de forma mais consciente na atualidade.