Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 30/06/2019

O tabaco descoberto pelos índios na América do Norte e Sul, foi por muitos anos sinônimo de charme e status, principalmente nas telas dos cinemas, que induziam homens e mulheres ao uso. Além de ser a principal causa de doenças pulmonares em fumantes ativos, as bitucas de cigarros são também prejudiciais ao meio ambiente.

As pessoas com anseios pessoais, em situações de estresse ou tristeza são as mais dependentes. Elas buscam no cigarro a sensação de prazer causada pela nicotina no cérebro, que em excesso, torna-se um vício. Segundo Gustavo Gouveia, diretor do instituto de câncer de Brasília, o fumo é responsável por 5 milhões de mortes ao ano. E apesar desse número tão expressivo, ainda sim, o Brasil é o oitavo país no ranking de número absoluto de fumantes, segundo o Ministério da Saúde.

Além de ser totalmente tóxico ao corpo humano, o cigarro é um grande vilão do meio ambiente. De acordo com a Ocean Conservancy, em 32 anos foram retirados mais de 60 milhões de bitucas nos mares, ultrapassando inclusive o plástico. E para piorar, resíduos de cigarros foram encontrada em 70% e 30% de aves e tartarugas, respectivamente.

Desse modo, observamos que medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. Sendo assim, o ministério da saúde deve investir na conscientização de jovens e adultos acerca das consequências do tabagismo com palestras e campanhas. Assim como empresas produtoras de cigarros devem fazê-los em materiais bio-degradáveis a fim de trazer danos menores ao meio ambiente.