Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 20/06/2019

No limiar do século XXI, o tabagismo pode acarretar vários entraves no quesito socioeconômico, apresentando uma grave patologia social. Nessa perspectiva, a inadvertência familiar, gerada pelo pouco diálogo entre parentes, sobre os efeitos que o  vício do tabaco pode estimular e a negligência de grande parte da população ocasionam consequências deletérias à sociedade. Logo, com o escopo de mitigar tais infortúnios, medidas familiares e midiáticas são fulcrais.                                                                  Efetivamente, a população atual pode ser qualificado como uma “Sociedade do Desempenho”, pelo qual o filósofo Byong - Chul Han, no seu livro “Sociedade do Cansaço”, relata que a sociedade do século XXI tem que qualificar cada vez mais. Desso modo, as pessoas, não têm tempo para cuidar de sua própria saúde. Nesse panorama, a indiligência da família, ao deixar um indivíduo ficar viciado no tabagismo, pode ocasionar consequências nefastas, visto que a procura exacerbada pelo dinheiro, gerada pela sociedade atual, pode ser um dos causadores da procura do tabaco. A título de ilustração, a nicotina, encontrada no cigarro, ativa receptores cerebrais relacionados à dopamina, deixando o indivíduos com sensação de bem - estar e, futuramente, acarretando uma sensação de ansiedade, a qual é saciada com a compra de outro cigarro. Acerca dessa lógica, a família deve agir no enfrentamento a esse viés.

Decerto, o tabagismo na atualidade está relacionado a graves doenças nos indivíduos, os quais podem ser levados a óbito. De acordo com a Organização Mundial Da Saúde, (OMS), o tabagismo é uma das principais causas de morte evitáveis no mundo. Estima-se que, no século XXI, mais de cem milhões de pessoas morreram, devido ao consumo. Nesse contexto, os governos de países com altos índices de mortes, por causa do tabaco, geralmente, investem em tratamentos e programas de saúde, relacionados ao tabagismo, principalmente, em câncer de pulmão, o órgão mais afetado, conforme o Instituto Nacional de Câncer,(Inca), no Brasil. Em face disso, a mídia deve intervir nessa mácula social.

Destarte, a fim de atenuar esse efeitos. A família, como Instituição formadora de opinião, deve, dese a infância, ensinar os atos corretos para o indivíduo não ter problemas com a saúde, especialmente, com o uso do tabaco, o qual pode interferir no aspecto socioeconômico, isso pode ser feito por intermédio de conversas e consultas com psicólogos, mostrando a realidade pela qual muitas pessoas passam, principalmente, os que ficam enfermas, por esse motivo, com o fito de minimizar o tabagismo. Outrossim, a  mídia deve realizar programas, mostrando as consequências que podem acontecer com os indivíduos, que continuam com o vício do tabaco. Dessa forma, a sociedade do século XXI irá ter menos casos de morte por causa do tabagismo.