Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 13/06/2019

Antes de 1980 o uso do cigarro se consolidou devido à ostensiva divulgação midiática e pela influência de figuras públicas. Hodiernamente, apesar da mudança das leis de propaganda desse produto ter modificado radicalmente esse cenário, o tabagismo ainda se configura como empecilho socioeconômico na medida em que é responsável por uma elevada taxa anual de mortes e prejudica a saúde dos trabalhadores. Urge, pois, medidas governamentais a fim de solucionar essa problemática.

Nesse contexto, segundo o filósofo Platão,viver com qualidade de vida é mais relevante do que o ato de viver. No entanto, conforme pesquisa divulgada pela revista Veja, o Brasil ocupa a preocupante 8º colocação no “rancking"de uso do cigarro, fato alarmante, pois, de acordo com o oncologista Dráuzio Varella, o tabaco diminui a expectativa de vida em dez anos e pode causar câncer ou enfisema pulmonar, sendo, dessa forma, um hábito prejudicial à saúde pública.

Outrossim, a nicotina, consoante divulgado na revista “The Economist”, custa à economia mundial U$ 1 trilhão em despesa para a saúde e a produtividade. Nesse viés, o impacto econômico se configura nos altos gastos que o governo ou as famílias empregam no tratamento das doenças geradas por essa droga, renda a qual poderia ser empregada em outras áreas, e na diminuição do desempenho no trabalho, visto que os efeitos da nicotina geram um relaxamento inadequado para e as patologias acarretam faltas. Logo, é premente modificar essa realidade.

Por fim, faz-se mister mitigar esses impactos. Para isso, o Ministério da Educação deve promover, nas escolas, palestras periódicas, ministradas por profissionais da saúde, os quais, mediante dados e depoimentos, irão esclarecer os joven, com escopo de as novas gerações não utilizarem essa droga, evitando problemas de saúde. Ademais, ao Ministério da Saúde cabe a veiculação de propagandas, as quais esclareçam toda a população, com fito de atenuar o dano econômico. Com essas ações, a posição brasileira no racking deverá atingir níveis adequados.