Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 12/06/2019
Historicamente nas décadas de quarenta até setenta, o tabagismo era considerado uma prática de luxo na sociedade. Comerciais, atores e desenhos, como “Popoye”, eram inspirados nesta prática. Hodiernamente, após descobertas de substâncias cancerígenas, tal é fato é deletério no meio social, causando problemas de saúde na população e consequências prejudiciais ao Estado.
Mormente, em analogia a Byung-Chu Han, vive-se na sociedade do cansaço, causado pelas cobranças sobre si mesmo. Tal fato, pode justificar o uso exagerado do cigarro, pois este, possui uma substância chamada nicotina que provoca o bem-estar. Dessa forma, os usuários tentam fugir de realidade monótoma e cansativa, porém findam em problemas sérios de saúde. Sob esse viés, doenças respiratórias, cardiológicas, neurônicas e sanguíneas, afetam grande parte da população brasileira, levando a morte precoce ou a sequelas durante toda a vida.
Ademais, segundo o Artigo 6º da Constituição Cidadã que prevalece no País, a saúde é direito de todos os indivíduos brasileiros, com isso o Estado tem por responsabilidade oferecer tratamentos que busquem a cura do tabagismo. Todavia, o Brasil enfrenta uma crise econômica, que reflete em todas as áreas constituintes do meio social, não podendo assim, efetivar grandes gastos relacionados a prática do tabaquismo. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a prática deletéria, mata mais de quatrocentas pessoas por dia no Brasil, pesquisa esta, comprova que a prática nociva, precisa possuir grande organização para seu tratamento e cura, proporcionalmente, elevando os gastos da Nação.
Tendo em vista, o contexto histórico nas décadas de quarenta até setenta relacionadas ao tabagismo, e a sua persistência nos dias atuais, urge, portanto que o Ministério da Saúde amplie suas campanhas mediante a projetos sociais que despertem o doente na busca de sua cura, mostrando o quanto é bom viver, a fim de diminuir tal prática. Além disso, a população deve promover práticas que auxiliem nos gastos exorbitantes do Estado.