Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 01/06/2019
Promulgada pela ONU, Organização das Nações Unidas, em 1948, a Declaração Mundial dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Conquanto, o tabagismo impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esse desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
Atualmente a educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido no tabagismo. Segundo o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, 34.8% das pessoas acima de 18 anos fumam. Diante do exposto, é inadmissível que pessoas continuem fumando sabendo do perigo que o cigarro trás.
Faz-se mister, ainda salientar o vício e os próprios amigos, como impulsionador do tabagismo. De acordo com o Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto, os amigos que oferecem a uma pessoa o cigarro, e ela aceita e fuma, acaba viciando e demorando muito para acabar com o vício do cigarro se acabar.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem á construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que o Ministério da Saúde pode conscientizar as pessoas sobre o tabagismo, indo à escolas e as empresas dando palestras sobre o tabagismo, mostrando que no cigarro existe inúmeras toxinas que podem trazer inúmeras doenças que podem até te matar. Dessa forma, o Brasil poderia superar o tabagismo de uma maneira que pelo menos a maioria das pessoas parassem de fumar e perceber que o cigarro é um malefício e não um benefício tê-lo consigo.