Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 13/05/2019
É cognoscível que, mesmo diante dos comprovados riscos à saúde e à vida causados pelo tabagismo, tal problema perdura no século XXI. Isso deve-se, sobretudo, ao fato de a população fumante seguir ignorando os perigos que o cigarro acarreta a quem fuma e para aqueles ao seu redor, bem como à fácil circulação dessa droga no mercado. Logo, são imprescindíveis mais ações governamentais e sociais, tendo em vista o combate a esse mal.
Convém ressaltar, a princípio que, é preocupante o fato de o hábito de fumar ser tão presente na atualidade mesmo diante de tantas informações. Vale frisar que, há algumas décadas, o ato de fumar era relacionado a prazer, diversão e popularidade; no entanto, com o passar do tempo, a faceta perigosa do cigarro veio à tona. Hoje, segundo o Instituto nacional do câncer, mais de 400 pessoas morrem por dia devido ao tabagismo, porém, o hábito de fumar segue vivo nos mais diversos grupos da população.
Concomitante a isso, se faz importante saber que, os tabagistas não são os únicos afetados pelo cigarro. Os fumantes passivos – aqueles que inalam a fumaça do cigarro, porém não consomem a droga – são afetados em igual ou maior proporção que os fumantes de fato. Ou seja, mesmo os que não praticam o ato e fumar, estão susceptíveis ao desenvolvimento de doenças respiratórias e outros problemas graves de saúde. Fica claro, portanto, a necessidade de combate ao tabagismo no país.
Diante disso, cabe ao Estado dificultar a circulação desse produto no mercado. Para isso, mais e maiores taxas devem ser aplicadas às empresas responsáveis pela fabricação e venda do cigarro. Além disso, cabe ao Ministério da Saúde continuar investindo na divulgação de informações que explicitem os perigos do tabagismo, para tanto, propagandas devem ser veiculadas nas mais diversas mídias. Feito isso, limitar-se-ia o acesso e o consumo dessa droga, dando assim um passo importante rumo a um futuro sem tabagismo.