Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 03/05/2019
Historicamente, o ato de fumar foi associado a ideia de modernidade e um bom status social, principalmente durante o século XX. Isso deve-se ao fato de grandes estrelas do cinema terem incentivado o tabagismo. Contudo, no século XXI, a propaganda do cigarro é proibida na maioria dos países, uma vez que a ciência comprova seu enorme risco à saúde pública, inclusive para os não fumantes, além de acarretar em gastos para o governo. Logo, é vital que tal ato seja combatido pelas autoridades competentes.
A priori, faz-se necessário afirmar que o tabagismo apresenta grandes ricos à saúde pública, em especial aos não fumantes, uma vez que, segundo o Dr. Drauzio Varella, os indivíduos que não fumam estão inalando as mesmas toxinas do fumante ativo, porém sem os filtros contidos no cigarro. Tal prática, em países como o Brasil, é extremamente perigosa, pois é comum encontrar indivíduos fazendo uso do tabaco em público. Com isso, fica claro que o cidadão não goza de seu direito à saúde, teoricamente garantido pela Constituição Federal de 1988.
Ademais, o cigarro também apresenta prejuízos para a economia do país, uma vez que, segundo o Ministério da Saúde, o Brasil gastou cerca de 57 bilhões por conta de doenças relacionadas ao cigarro no ano de 2017. Tal fato preocupa, pois além do país perder qualidade de vida, ele possui despesas que poderiam ser usadas em prol do seu desenvolvimento.
Em sumo, percebe-se que o cigarro está longe de possuir a imagem positiva que lhe foi atribuída pela mídia durante o século XX. Logo, urge que o Poder Legislativo, com a criação de uma lei específica, proíba o uso de cigarros em locais públicos, com intuito de evitar que pessoas inocentes sejam prejudicadas por ações de terceiros. Além disso, no que tange ao Poder Executivo, é necessário uma politica de conscientização, promovendo palestras, buscando diminuir o número de dependentes.