Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 29/04/2019

Clamour. Nos seus anos iniciais, nos louros da cinematografia hollywoodiana havia todo um “culto” em torno do cigarro – ali, fumar era sinônimo de um status quo. De lá para cá, com base em estudos e comprovações cientificas, houve muitas mudanças quanto ao tabagismo, pois ocorreu uma maior conscientização social e governamental em relação aos malefícios do tabagismo. Contudo, agora, em pleno século XXI o aumento do tabagismo, principalmente entre os jovens, tornou-se novamente uma grande preocupação, dessa forma: urge uma análise dos problemas para a saúde; assim como suas consequências para todo o sistema de saúde e a sociedade.

Primeiro, os problemas do tabagismo para a saúde há décadas já foram exaustivamente comprovados pela ciência. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) a um risco de 14 e 17% vezes maiores de desenvolvimento de câncer para homens e mulheres fumantes, respectivamente. O que por si só já é preocupante, mas quando aliado a outros maus hábitos: sedentarismo, má alimentação, etc., acaba potencializando e agravando outras doenças (cardíacas, respiratórias, crônicas, etc.).

Além desses problemas, que aparentemente individuais, há todo um conjunto de consequências para o sistema de saúde e a sociedade. Atualmente estudos comprovam que um sistema de saúde eficiente, é aquele que tem maior êxito na prevenção do que na remediação (a exemplo do Britânico). Pois prevenir é menos custoso tanto financeiramente quanto socialmente, desse modo já que os danos para a saúde do tabagismo, normalmente, apresentam-se em longo prazo, um trilionário custo para famílias e governo é e será uma de suas principais consequências.

Portanto, cabe a OMS aliada a governos adotarem medidas fiscais mais rígidas quanto ao consumo de cigarro: como aumento de impostos. Além de aliados a ONGs e movimentos sociais por meio da mídia, da internet e escolas elaborarem e vincularem campanhas de conscientização dos efeitos nocivos do tabagismo para a saúde e a sociedade. Como também, de maior estimulo e fomento de práticas esportivas e mudanças para hábitos alimentares mais saudáveis – para que assim, essa problemática possa ser enfrentada e contornada em pleno século XXI.