Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 15/05/2019
É inquestionável que o tabagismo é um desafio para a saúde pública no século XXl. Nesse sentido,fatores socioculturais fazem-se presentes,seja por causa de uma herança estimuladora,seja por causa da dificuldade de desvincular-se com o vício,que representam um ato retrógrado a ser combatido.Assim,convém analisar as principais causas, consequências e possíveis soluções para esse problema.
Observa-se,em primeira instância,segundo a Organização Mundial da Saúde,que 1 a cada 5 pessoas no mundo fumam.Nesse seguimento,observa-se que esse índice fora fomentado por campanhas midiáticas estimulantes para o consumo do tabaco,por volta de 1940.Com efeito,a industria cultural configurou um papel fundamental através do enaltecimento e moda dos cigarros,contribuindo para o vício dos indivíduos e consequências hodiernas nas taxas da expectativa de vida.
Ademais,a dependência por causa de substâncias químicas como a nicotina deixam como legado,no Brasil, cerca de mais de 200 mil mortes por ano,de acordo com a ANVISA.Não obstante,aliado as taxas de mortalidade,há também interferência na qualidade de vida dos fumantes,aumentando as taxas de morbidades.Nesse seguimento,a falta de auxilio médico e disponibilidade de remédios no combate ao hábito nocivo motiva a ineficiência no tratamento do óbice.É inadmissível,portanto,que com a alta cobrança de impostos praticadas pelo governo,o Estado não seja capaz de disponibilizar postos de saúde para o combate efetivo do advento.
Infere-se,portanto,que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de uma saúde pública melhor.Faz-se necessário que o Estado disponibilize verbas por intermédio dos municípios para oferecer postos de saúde gratuitos especializados no tratamento dos fumantes,com neuropsicólogos e assegurar a acessibilidade aos medicamentos necessários.Espera-se,com isso,incentivar a população a não fumar,prevenir novos fumantes e atenuar os dados epidemiológicos de mortalidade e morbidade.Desse modo,pluralizara-se-ão os direitos básicos dos cidadãos como a saúde pública,gerando a democratização da qualidade de vida das comunidades.