Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 01/04/2019
No término do século XV, com a descoberta da América pelos europeus, novas realidades foram exploradas, e, com elas, novas substâncias como o tabaco. Imediatamente, o consumo dessa planta, por meio do fumo, intensificou-se em todo o mundo e perdura até a contemporaneidade. Porém, tal prática tem fomentado inúmeros impasses a seus dependentes. Logo, adversidades são perceptíveis nos danos que, em tese, afetam a saúde do fumante, além da difícil abdicação do ato.
Nessa conjuntura, a prática do fumar causa detrimentos a vitalidade de seus adeptos. Todavia, os problemas de saúde são cotidianamente presentes na vida de um tabagista, que acometem sua saúde física, acarretando danos críticos. Além disso, o compositor Toinho de Aripibú, já utilizou-se da música, por meio da canção “Cigarro e fumante”, para alertar sobre a prática. Porém, os usuários não cedem ao tal ato, decorrente da subordinação à nicotina (contida no tabaco) acometendo-os de incontáveis contrariedades. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde intervir nesses estigma social.
Outrossim, a difícil abdicação do consumo do tabaco desencadeia outro transtorno enfrentado pelos fumantes. Visto que, com a ingestão da nicotina, doses de dopamina são liberadas ao cérebro, e com o corte desse estímulo de prazer, o corpo passa por uma crise de abstinência. Em virtude dessa crise, inúmeros problemas complexos são ocasionados aos fumantes, afetando seu psicológico de diversas maneiras, nos mais graves, até a depressão. A título de exemplo, o G1 de notícias afirmou que 70 % dos ex-fumantes tendem a ter uma recaída. Com isso, a Família deve agir nesse transtorno.
Destarte, a fim de atenuar os problemas acarretados pelo tabagismo, medidas são necessárias para extinguir esse tormento. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde oferecer acompanhamento psicológico aos fumantes, por meio de programas de assistências, oferecendo acesso a profissionais especializados, para, assim, sanar esse estorvo. Ademais, a Família deve demostrar apoio e incentivo aos ex-fumantes , através da interação no núcleo familiar, por meio de conversar e estímulos, e, assim, rechaçar a mácula social advinda com a descoberta e uso do tabaco.