Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 24/03/2019
O tabagismo é um vício na nicotina presente em produtos á basa de tabaco. Na contemporaneidade, cerca de 1 bilhão e 300 milhões de pessoas compactuam com a dependência em detrimento da saúde populacional e, consequentemente, os Governos são prejudicados com as despesas hospitalares. Logo, a enfermidade precisa ser enfrentada para frear seus graves malefícios.
Em primeira análise, o cigarro consumido pela maioria dos fumantes libera mais 4700 toxinas na sua fumaça, as quais são responsáveis por causar diversas doenças sérias. Esses indivíduos aumentam a probabilidade de desenvolver câncer de pulmão, enfisema pulmonar, bronquite crônica, derrame cerebral, infarto do miocárdio, entre outras patologias. Segundo a OMS, o vício é considerado a principal causa de morte evitável no mundo, enfatizando a urgência de mudanças.
Ademais, as substâncias impregnam o ambiente, assim as consequências citadas atingem um número maios de vítimas. Os fumantes passivos por estarem sujeitos aos mesmos malefícios dos tabagistas aumentam os gastos públicos á saúde. De acordo com o estudo realizado pelo INCA e pelo Ministério da Saúde, no Brasil os prejuízos com a dependência são maiores que o total de impostos arrecadados por meio da venda de cigarros. Por isso, a diminuição do tabagismo contribuiria na melhor administração do dinheiro público.
Portanto, a fim de enfrentar os problemas abordados, é necessário a OMS expor as consequências do vício por meio da mídia mundial, contando com o apoio de especialista do assunto para produzir propagandas e documentários. Além disso, os Governos devem investir em clínicas de reabilitação nos seus respectivos países, utilizando o dinheiro dos impostos na finalidade de combater o tabagismo.