Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 12/09/2019
Em meio à sociedade inescrupulosa hodierna, é plural a luta por um escape do estresse diário. Essa luta é travada de diversas formas, sejam elas benéficas, como os “hobbies” saudáveis, ou maléficas, como o cigarro, este que se tornou um vício presente de forma intrínseca no atual contexto. Esse vício é potencializado, majoritariamente pela desinformação da sociedade, e pela ganância infindável da industria do tabaco no Brasil.
Sob esse viés, é adequado salientar a máxima do grande filósofo grego Platão, “O importante não é viver, mas sim, viver bem.”. Tal frase encaixa-se perfeitamente no atual contexto brasileiro, visto que a desinformação social deturpa os princípios do “viver bem” de Platão. Ao buscar uma fuga do estresse, o indivíduo prejudica-se de forma irremediável sem desconfiar das proporções dos males que isso pode acarretar. Com o lapso de conteúdo intelectual sobre assunto, é inevitável o consumo do cigarro de forma incontrolável, fugindo, assim, dos padrões de uma vida saudável.
Ademais, a ganância ilimitada por parte das industrias do tabaco, é um fator agravante para a problemática. Ao fumar, a pessoa inala cerca de 4.800 substâncias carcinogênicas, além da nicotina, o agente viciante. Isso é fator colaborante imensurável para futuros canceres e situações de risco. A sede de capital das indústrias tabagistas superam o zelo pela vida e pela saúde humana. Assim, imersos em uma realidade capitalista de disputa, incentivam cada vez mais o consumo desenfreado e irrestrito, acrescentando números a estatísticas de morte e de sequelas irreversíveis.
Portanto, é necessário uma medida contundente do governo para mitigar a problemática. O Estado deve informar de forma eficaz a população, fazendo isso por meio de palestras ministradas por profissionais da área da saúde, campanhas combativas e dinâmicas culturais que debatam acerca do assunto. Urge, também, que o Governo fiscalize grandes corporações tabagistas, para controlar as substâncias e amenizar o poder cancerígeno do produto. Isso deve ser feito com o fito de incentivar o consumo consciente, e para que todos possam viver sob o princípio de Platão.