Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 02/04/2019
O tabagismo é toxicomania, caracterizada pela dependência psicológica do consumo de tabaco. Em primeira mão, segundo à Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) apontam o percentual total de adultos fumantes são 14,7 %, o problema originado pela prática do excesso dessa substância, são as patologias pulmonares, cardiovasculares e respiratório, dentre outras. Nas pulmonares, o tabaco é responsável por 90% dos casos de câncer nos usuário. Entretanto, o cigarro não se limita problemas somente para as pessoas que os consomem, e sim as pessoas que estão próximas a fumante. Por exemplo existe o tabagismo passivo, que é caracterizado a população que fumam sem perceber, que enjere a fumaça indiretamente por estar perto de alguma pessoa que fuma.
Diante disso, como conseguinte ao vicio, esconde-se uma alta taxa de mortalidade responsável por doenças adquiridas pelo cigarro, em números quantitativos são: 7 milhões de mortes anuais, relacionada diretamente a problemas originados dessa prática, alertou a Organização Mundial de Saúde (OMS), das quais as faixa de idade de mortes frequentes está entre 25 à 40 anos. Revela assim, que é de forma agressiva e precoce as patologias contra o fumante. Logo, o tempo médio de 15 anos que pode gerar a morte é comumente os fumadores chegar a esse longo tempo, pois, as substâncias que compõe o tabaco, libera hormônios do prazer, e dispõe felicidades aqueles que utilizam do cigarro.
Além disso, as pessoas que tem convívio próximos, por ser amigos ou ter parentes sugam nas respirações à fumaça e serão afetadas tanto quanto as que exercem esse costume propriamente dito, só que duas vezes com mais riscos das doenças. Além de engolir as baforadas contragosto, população passiva está com riscos de desenvolverem uma doença que para muito não faz sentido vir do cigarro, aumento da incidência de catarata e diabete nos fumantes passivos. O doutor Drauzio Varella, citou na revista Medicina Brasil, ‘‘às fumaças de cigarro ficam impregnados por partículas cancerígenas, as quais podem permanecer no local por até dois meses’’, ocorrendo o fumo disperso’’.
É visível que tem que ser mudada essa realidade. A conscientização é a chave para o fim desse problema, por isso, o governo deve implementar em todas as redes de ensino do país, movimentos e projetos de conscientização, com educadores especialistas e relatar os casos com ênfase nos índices de mortalidade. Tem que ser feito a compra reduzida, o ato de fumar é opcional, mas por isso ele deve ser reduzido, e por isso deve em toda a cidade ter o controle da compra de cada pessoa, e só será disponível comprar, se não for atingido a cota mensal, e também em cada cidade colocarem clinicas antitabagista pública. Desse modo, será controlado e eliminado esse mal existente.