Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 15/01/2019
O tabagismo é a intoxicação aguda ou crônica provocada pelo uso do tabaco e, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, ele é também a principal causa de morte evitável no mundo. No entanto, como vivemos em uma sociedade democrática de direito, o tabaco não deve ser totalmente proibido, porém não pode-se permitir que os fumantes façam mal aos não fumantes dos quais convivem.
Segundo o presidente da comissão de Tabagismo da Sociedade Paulista de Pneumologia e Fisiologia (SPPT), o fumante passivo - pessoa que convive com fumantes -, corre mais riscos do que o próprio dependente do tabaco já que eles inalam a mesma fumaça só que no caso do fumante ativo a fumaça ainda passa por um filtro que diminui os efeitos do tabaco.
No caso das crianças que convivem com os dependentes de tabaco é ainda pior já que afeta na sua aprendizagem, audição e ainda por cima aumenta em 50% a sua chance de desenvolver alguma doença crônica como bronquite e asma, afirma a especialista em tabagismo Sabrina Presman. Além de que, logicamente, elas são mais propensas a se tornarem tabagistas posteriormente pois vão interpretar o uso dos itens que propiciam o fumo como algo comum e não prejudicial.
Com isso concluí-se que, não se deve proibir o tabagismo, mas para evitar os problemas consequentes dele é preciso que haja um local em que o fumante ativo faça a sua atividade sem afetar terceiros. E Para diminuir o número de tabagistas, é necessário que se impeça as pessoas de começarem a fumar desde a infância, por meio de palestras nas escolas promovidas pelos Governos Estadual e Municipal já que é mais fácil prevenir do que remediar e é ainda mais fácil do que tirar alguém de um vício.